Querer estar a par,
Em par.
Vontade de querer, geralmente quando não se está.
Mas, como o mundo gira e a vida passa,
Melhor acordar sempre com um pouco de graça. Pra não perder a essência do que nos conduz.
E nunca esquecer que buscamos a luz,
Como se o mundo fosse uma bolinha cara
De árvore de Natal que não se pode ter.
E quando perguntarem
Por que não me saí bem,
E como pude estar à beira do "falar”
Eu vou pedir desculpas
E até ser singela,
Porque sei não saber como poetizar.
É tudo ou nada,
Sempre o mar ressalva
Que a solidão é o que devemos ser.
E quando a brisa exalta
A beleza rara
A gente vê que o tempo tem o que fazer.
Vai me dizer que o risco
De por um rabisco
Em um mural sinistro de ventilador
Não é certa coragem
Desde que essa imagem
Sem loucuras prévias
Faz lembrar a dor.
E levá-la embora.
Ou nos levar junto.
Tudo ou nada.
Em par.
Vontade de querer, geralmente quando não se está.
Mas, como o mundo gira e a vida passa,
Melhor acordar sempre com um pouco de graça. Pra não perder a essência do que nos conduz.
E nunca esquecer que buscamos a luz,
Como se o mundo fosse uma bolinha cara
De árvore de Natal que não se pode ter.
E quando perguntarem
Por que não me saí bem,
E como pude estar à beira do "falar”
Eu vou pedir desculpas
E até ser singela,
Porque sei não saber como poetizar.
É tudo ou nada,
Sempre o mar ressalva
Que a solidão é o que devemos ser.
E quando a brisa exalta
A beleza rara
A gente vê que o tempo tem o que fazer.
Vai me dizer que o risco
De por um rabisco
Em um mural sinistro de ventilador
Não é certa coragem
Desde que essa imagem
Sem loucuras prévias
Faz lembrar a dor.
E levá-la embora.
Ou nos levar junto.
Tudo ou nada.
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